quinta-feira, 17 de maio de 2012
O que você entende por Filosofia da Educação?
A Filosofia da Educação é um ramo do pensamento que se dedica à reflexão sobre os processos
educativos, à análise dos sistemas educativos, a sistematização de métodos
didáticos, entre diversas outras temáticas relacionadas com a educação e a forma de realizá-la. O seu papel primordial é a compreensão das relações entre o fenômeno educativo e o
funcionamento da sociedade, pois a educação acontece no mundo com seus inúmeros
problemas e dificuldades.
Não sendo possível efetivar a educação de forma alheia aos problemas
existentes, ela sofrerá o impacto dos problemas do lugar e do momento histórico na qual está
inserida.
A Filosofia da Educação enquanto
reflexão rigorosa, radical e global ou de conjunto sobre os problemas
educacionais permite aos educadores a busca por melhores formas, métodos, processos
para trabalhar a educação.
Concluindo, é possível afirmar que a
Filosofia da Educação é a disciplina que visa auxiliar na busca de soluções
para os problemas educacionais. Assim, sua função é acompanhar reflexiva e
criticamente a atividade educacional de modo a explicitar os seus fundamentos,
esclarecer a tarefa e a contribuição das diversas disciplinas pedagógicas e
avaliar o significado das soluções escolhidas. Com isso, a ação pedagógica
resultará mais coerente, mais lúcida e mais eficiente no alcance dos objetivos.
Fontes: http://portalgens.com.br/portal/images/stories/pdf/A_filosofia_na_formao_do_educador.pdf.
Acesso em 17/05/2012 às 16:30h.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_da_educa%C3%A7%C3%A3o.
Acesso em 17/05/2012 às 16:38h.
A "Teoria dos Mundos" de Platão
Platão
parte do pressuposto que existem dois mundos. O primeiro é constituído por
ideias eternas, invisíveis e dotadas de uma existência diferente das coisas
concretas. O segundo é constituído por cópias das ideias (coisas sensíveis).
Com base neste pressuposto afirmou que os sentidos estão permanentemente a
enganar-nos. A verdadeira realidade não nos é dada pelos sentidos, mas só pode
ser intuída através da razão, e está no mundo das ideias.
Platão
desenvolveu a noção de que o homem está em contato permanente com dois tipos de
realidade: a sensível e a inteligível.
O
conhecimento sensível ocupa-se dos objetos sensíveis que são para Platão imagens das ideias. O conhecimento
inteligível volta-se para os modelos dos objetos sensíveis, ou seja, as ideias.
Dentro do conhecimento sensível Platão considera dois níveis:
o inferior e o superior. No nível inferior encontram-se os fenômenos, as
imagens refletidas. Sobre este conhecimento só é possível fazer conjecturas. O
nível superior é composto pelos objetos fabricados pelo homem, os seres vivos e
plantas. Este segundo grau do sensível não é de saber definitivo, mas faz parte
do domínio da crença. Este conhecimento sensível representa o falso saber. É
com o conhecimento inteligível que entramos no domínio do saber. Neste tipo de
conhecimento Platão considera também dois
níveis: o inferior e o superior. O grau inferior do conhecimento inteligível
corresponde ao conhecimento discursivo, cujos objetos são as hipóteses e formas
matemáticas. O grau superior do conhecimento inteligível é a intuição
intelectual, a qual tem por objeto os seres inteligíveis superiores, as ideias.
Tal concepção
de Platão também
é conhecida por Teoria das Ideias ou Teoria das Formas, constitui uma
maneira de garantir a possibilidade do conhecimento e fornecer uma inteligibilidade
relativa aos fenômenos.
Enfim,
Platão acreditava que o mundo que conhecemos não é o verdadeiro. Para ele, a
realidade não estava no que podemos ver, tocar, ouvir, perceber. A verdade,
para Platão, é o que
não se modifica nunca, o que é permanente, eterno. Na filosofia de Platão existem dois mundos: o
primeiro é aquele que podemos perceber ao nosso redor, com os cinco sentidos. O
outro é o mundo das ideias, onde tudo é perfeito e imutável. Não podemos
tocá-lo, ele não é concreto. Só o pensamento pode nos levar até lá.
http://www.psicoloucos.com/Platao/teoria-das-ideias.html.
Acesso em 17/05/2012 às 16:27h.
sábado, 12 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
A Maiêutica
A Maiêutica,
criada por Sócrates no século IV a.C., tem seu nome inspirado na profissão de
sua mãe, Fanerete, que era parteira
A Maiêutica
Socrática tem como significado "Dar a luz
(Parto)" intelectual, da procura da verdade no
interior do Homem. Sócrates conduzia
este parto em dois momentos: No primeiro, ele levava os seus discípulos ou
interlocutores a duvidar de seu próprio conhecimento a respeito de um
determinado assunto; no segundo, Sócrates os levava a conceber, de si mesmos,
uma nova ideia, uma nova opinião sobre o assunto em questão. Por meio de
questões simples, inseridas dentro de um contexto determinado, a Maiêutica dá à
luz ideias complexas. A maiêutica baseia-se na ideia de que o conhecimento é
latente na mente de todo ser humano, podendo ser encontrado pelas respostas a
perguntas propostas de forma perspicaz.
A maiêutica baseia-se na ideia de que o
conhecimento é latente na mente de todo ser humano, podendo ser encontrado
pelas respostas a perguntas propostas de forma perspicaz. Na filosofia socrática,
arte de levar o interlocutor, através de uma série de perguntas, a descobrir
conhecimentos que ele possuía sem que o soubesse.
Sócrates conduzia reflexões em praça pública, nas ágoras da Grécia Antiga. Por
meio de sucessivas perguntas, Sócrates levava seus discípulos à reflexão sobre
temas diversos. O conhecimento era uno. Tudo era filosofia. A construção do
conhecimento acontecia à semelhança deste dicionário, informalmente.
Através desta linha filosófica, Sócrates procura
dentro do Homem a verdade. É famosa sua frase “Conhece-te a ti mesmo”, que dá
início à jornada interior da Humanidade, na busca do caminho que conduz à
prática das virtudes morais. Através de questões simples, inseridas dentro de
um contexto determinado, a Maiêutica dá à luz ideias complicadas.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mai%C3%AAutica. Acesso em
08/05/2012 às 16:06h.
http://www.infoescola.com/filosofia/maieutica/. Acesso em
08/05/2012 às 16:21h.
o Método “Pedagogizador” e a Prática Educacional voltada para Intersubjetividade
O Método Pedagogizador está relacionado a
instrução do aluno, onde ele reproduz o conhecimento, aplica técnicas
para que ele seja treinado. Resume-se a instruir, reproduzir um tipo de
conhecimento que não é relevante para as reais necessidades do aluno.
Assim, a educação está a serviço de uma sociedade mercadológica e tecnocrática.
O aluno é tratado meramente como um objeto a ser conhecido e treinado para
atender as exigências do mercado, suas experiências de vida e situações
práticas não são consideradas.
O método “pedagogizador”
tornou-se um dos grandes desafios da contemporaneidade. É preciso superá-lo,
impondo uma pedagogia voltada para atender as reais necessidades do aluno,
calcada, sobretudo, por uma política educacional adequada.
Habermas propôs a Teoria da Ação
Comunicativa, que abre novas perspectivas para a educação em termos de uma
filosofia da educação que possa suscitar nos sujeitos, dotados de competência
interativa, a capacidade de questionar o sistema de normas que vigora na
sociedade. Habermas contribui para um pensar crítico em prol de uma educação
voltada para a formação do sujeito emancipado, sensível e ético. A Teoria
da Ação Comunicativa concebe o espaço da escola como o lugar de exercitar a intersubjetividade entre
aluno/professor/escola/família e comunidade, com o intuito de discutir os rumos
da sociedade – indivíduo como sujeito e ator social, que reflete sobre os
problemas da sociedade, interpreta, participa, dialoga, enfim, luta por
interesses comuns.
O modelo de educação calcado na
intersubjetividade (conciliação de dois mundos – o do sistema e o da vida) é o
mais apto para a construção de pessoas realmente esclarecidas, criativas e
autônomas. Uma educação guiada pela intersubjetividade tem em vista a
valorização social, política, econômica e ética. Assim, a prática da
intersubjetividade no campo da educação supera o modelo “pedagogizador” ao
tornar indivíduos mais livres, autônomos, capazes de avaliar seus atos à luz
dos conhecimentos, à luz das normas sociais legítimas, tendo propósitos lúcidos
e sinceros, abertos à crítica.
Fontes:
http://dimensoesdafilosofia.blogspot.com.br/2012/04/metodo-pedagogizador-e-pratica-voltada.html.
Acesso em 08/05/2012 às 16:25h.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
A Filosofia Moderna e suas Características
Filosofia moderna é toda a filosofia que se desenvolveu durante os séculos XV, XVI, XVII, XVIII, XIX; começando pelo Renascimento e se estendendo até meados do século XIX.
Na modernidade passou-se a delinear melhor os limites do estudo filosófico. Inicialmente, como atestam os subtítulos de obras tais como as Meditações de René Descartes e o Tratado de George Berkeley, ainda se fazia referência a questões tais como a da prova da existência de Deus e da existência e imortalidade da alma. Do mesmo modo, os filósofos do início da modernidade ainda pareciam conceber suas teorias filosóficas ou como fornecendo algum tipo de fundamento para uma determinada concepção científica (caso de Descartes), ou bem como um trabalho de "faxina” necessário para preparar o terreno para a ciência tomar seu rumo (caso de John Locke), ou ainda como competindo com determinada conclusão ou método.
Gradualmente, contudo, a filosofia moderna foi deixando de se voltar ao objetivo de aumentar o conhecimento material e de buscar a descoberta de novas verdades – isso é assunto para a ciência – bem como de justificar as crenças religiosas racionalmente. Em obras posteriores, especialmente a de Immanuel Kant, a filosofia claramente passa a ser encarada antes como uma atividade de clarificação das próprias condições do conhecimento humano: começava assim a chamada "virada epistemológica". A filosofia desenvolvida dentro desse período está fragmentada em vários subtópicos, e escolas de diferentes períodos, tais como:
- Filosofia do Renascimento: é o período da História da Filosofia que na Europa está entre a Idade média e o Iluminismo. Isso inclui o século XV; alguns estudiosos a estendem até os princípios do ano de 1350 até os últimos anos do século XVI, ou o começo do século XVII (depois de cristo), sobrepondo as Reformas religiosas e os princípios da idade moderna. Dentre os elementos distintivos da Filosofia da renascença está a renovação (renascença significa "renascimento") à civilização clássica e o seu aprendizado
- Filosofia do século XVII: É, no ocidente, considerada como a visão do princípio da filosofia moderna, e o distanciamento do pensamento medieval, especialmente da Escolástica. Frequentemente é chamada de "idade da razão" e é considerada a sucessora da renascença e precede do iluminismo. Alternativamente, ela pode ser vista como uma visão prévia do Iluminismo.
- Filosofia do século XVIII: Também chamada por Iluminismo foi um movimento filosófico do século XVIII na Europa e em alguns países americanos, e nos seus mais distantes períodos também inclui a Idade da razão.O termo pode se referir simplesmente ao movimento intelectual do Iluminismo que defendia a razão como base primária da autoridade. Desenvolvida na França, Grã-Bretanha e Alemanha, o seu círculo de influências também incluíram a Áustria, Itália, os Países Baixos, Polônia, Rússia, Escandinávia, Espanha e em fato, toda a Europa. Muitos dos Fundadores dos Estados Unidos foram fortemente influenciados pelas ideias iluministas, principalmente na esfera religiosa (Deísmo) e, paralelamente com o Liberalismo Clássico, na esfera política (que teve grande influência na Carta de diretos, em paralelo com a Declaração de direitos do Homem e do Cidadão). O período do iluminismo geralmente encerra-se entre os anos de 1800, começo das Guerras napoleônicas (1804-1815).
- Filosofia do século XIX: No século XVIII, os filósofos do Iluminismo começaram a exercer um efeito dramático, tendo como ponto de referência o trabalho de filósofos como Immanuel Kant e Jean-Jacques Rousseau, e isso influenciou uma nova geração de pensadores. No final do século XVIII, um movimento conhecido como Romantismo surgiu para reunir o formalismo racional do passado, com uma grande, maior e imediata visão emocional do mundo. Idéias chaves que mostraram essa mudança foram a evolução, como foi proposta por Johann Wolfgang von Goethe, Erasmus Darwin, e Charles Darwin, que podem agora ser chamada de ordem emergente como o mercado Livre de Adam Smith. Pressões do Igualitarismo, e as mais rápidas mudanças culminaram em um período de revolução e turbulência em que poderiam ser bem visíveis as mudanças da filosofia.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_moderna. Acesso em 03/05/2012 às 15:55h.
Gradualmente, contudo, a filosofia moderna foi deixando de se voltar ao objetivo de aumentar o conhecimento material e de buscar a descoberta de novas verdades – isso é assunto para a ciência – bem como de justificar as crenças religiosas racionalmente. Em obras posteriores, especialmente a de Immanuel Kant, a filosofia claramente passa a ser encarada antes como uma atividade de clarificação das próprias condições do conhecimento humano: começava assim a chamada "virada epistemológica". A filosofia desenvolvida dentro desse período está fragmentada em vários subtópicos, e escolas de diferentes períodos, tais como:
- Filosofia do Renascimento: é o período da História da Filosofia que na Europa está entre a Idade média e o Iluminismo. Isso inclui o século XV; alguns estudiosos a estendem até os princípios do ano de 1350 até os últimos anos do século XVI, ou o começo do século XVII (depois de cristo), sobrepondo as Reformas religiosas e os princípios da idade moderna. Dentre os elementos distintivos da Filosofia da renascença está a renovação (renascença significa "renascimento") à civilização clássica e o seu aprendizado
- Filosofia do século XVII: É, no ocidente, considerada como a visão do princípio da filosofia moderna, e o distanciamento do pensamento medieval, especialmente da Escolástica. Frequentemente é chamada de "idade da razão" e é considerada a sucessora da renascença e precede do iluminismo. Alternativamente, ela pode ser vista como uma visão prévia do Iluminismo.
- Filosofia do século XVIII: Também chamada por Iluminismo foi um movimento filosófico do século XVIII na Europa e em alguns países americanos, e nos seus mais distantes períodos também inclui a Idade da razão.O termo pode se referir simplesmente ao movimento intelectual do Iluminismo que defendia a razão como base primária da autoridade. Desenvolvida na França, Grã-Bretanha e Alemanha, o seu círculo de influências também incluíram a Áustria, Itália, os Países Baixos, Polônia, Rússia, Escandinávia, Espanha e em fato, toda a Europa. Muitos dos Fundadores dos Estados Unidos foram fortemente influenciados pelas ideias iluministas, principalmente na esfera religiosa (Deísmo) e, paralelamente com o Liberalismo Clássico, na esfera política (que teve grande influência na Carta de diretos, em paralelo com a Declaração de direitos do Homem e do Cidadão). O período do iluminismo geralmente encerra-se entre os anos de 1800, começo das Guerras napoleônicas (1804-1815).
- Filosofia do século XIX: No século XVIII, os filósofos do Iluminismo começaram a exercer um efeito dramático, tendo como ponto de referência o trabalho de filósofos como Immanuel Kant e Jean-Jacques Rousseau, e isso influenciou uma nova geração de pensadores. No final do século XVIII, um movimento conhecido como Romantismo surgiu para reunir o formalismo racional do passado, com uma grande, maior e imediata visão emocional do mundo. Idéias chaves que mostraram essa mudança foram a evolução, como foi proposta por Johann Wolfgang von Goethe, Erasmus Darwin, e Charles Darwin, que podem agora ser chamada de ordem emergente como o mercado Livre de Adam Smith. Pressões do Igualitarismo, e as mais rápidas mudanças culminaram em um período de revolução e turbulência em que poderiam ser bem visíveis as mudanças da filosofia.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_moderna. Acesso em 03/05/2012 às 15:55h.
Nova Forma de Pensar da Filosofia Moderna
Racionalismo
René Descartes é considerado o pai da filosofia
moderna. Descartes afirmava que, para conhecermos a
verdade, é preciso, de início, colocarmos todos os nossos conhecimentos em
dúvida, questionando tudo para criteriosamente analisarmos se existe algo na
realidade de que possamos ter plena certeza. Fazendo uma aplicação metódica da
duvida, o filosofo foi considerando como incertas todas as percepções
sensoriais, todas as noções adquiridas sobre os objetos materiais. E prosseguiu
assim, cada vez mais colocando em dúvida a existência de tudo aquilo que
constitui a realidade e o próprio conteúdo dos pensamentos. Finalmente,
estabeleceu que a única verdade totalmente livre de dúvidas era a seguinte:
meus pensamentos existem e a existência desses pensamentos se confunde com a
essência da minha própria existência como ser pensante. Disso decorre a célebre
conclusão de Descartes: Penso, logo existo
É preciso esclarecer que o termo pensamento utilizado por Descartes tem um
sentido bastante amplo, abrange tudo o que afirmamos, negamos, sentimos,
imaginamos, cremos e sonhamos. Assim, o ser humano era para ele, uma substancia
essencialmente pensante. O pensamento é algo mais certo do que a própria
matéria corporal. Baseando –se nesse principio, toda filosofia posterior que
sofreu a influencia de Descartes assumiu uma tendência idealista, isto é, uma
tendência a valorizar a atividade do sujeito pensante em relação ao objeto
pensado. Em outras palavras, uma
É preciso esclarecer que o termo pensamento utilizado por Descartes tem um
sentido bastante amplo, abrange tudo o que afirmamos, negamos, sentimos,
imaginamos, cremos e sonhamos. Assim, o ser humano era para ele, uma substancia
essencialmente pensante. O pensamento é algo mais certo do que a própria
matéria corporal. Baseando –se nesse principio, toda filosofia posterior que
sofreu a influencia de Descartes assumiu uma tendência idealista, isto é, uma
tendência a valorizar a atividade do sujeito pensante em relação ao objeto
pensado. Em outras palavras, uma tendência
para ressaltar a prevalência da consciência subjetiva sobre o ser objetivo.Se o que sabemos vem da experiência e a experiência apenas nos informa
um pouco sobre como o mundo é, precisamos, de acordo com o empirismo, estar
atentos e críticos às falsas ideias que não podem ser verificadas pelos
sentidos.Essa doutrina que afirma que tudo
que existe tem uma causa inteligível, mesmo que não possa ser demonstrada de
fato, como a origem do Universo. Privilegia a razão em detrimento da
experiência do mundo sensível como via de acesso ao conhecimento. Considera a
dedução como o método superior de investigação filosófica. O racionalismo é baseado nos princípios da busca da certeza e da
demonstração, sustentados por um conhecimento a priori, ou seja, conhecimentos
que não vêm da experiência e são elaborados somente pela razão.
Empirismo
O empirismo é a escola do pensamento filosófico relacionada à teoria do conhecimento,
que pensa estar na experiência a origem de todas as ideias. O nome empirismo
vem do latim: empiria (experiência) e -ismo (sufixo que determina, entre outras
coisas, uma corrente filosófica). Temos, assim, a “corrente filosófica da
experiência”.Ao longo de toda a história da filosofia, diversos pensadores abordaram
a questão, dando importância ao conhecimento da experiência (da sensibilidade)
ao invés de apenas ao intelectual. Entretanto, o principal defensor do
empirismo foi John Locke (1632-1704), filósofo inglês. O empirismo defendido
ficou conhecido como
empirismo britânico, e influenciou diversos filósofos.Locke defendeu que a experiência forma as ideias em nossa mente, no seu
livro Ensaio acerca do entendimento humano, de 1690. Na introdução, ele escreve
que “só a experiência preenche o espírito com ideias”. Para argumentar a favor,
Locke critica o conceito de que já existem ideias em nossa mente (ideias
inatas). Ele procura demonstrar que qualquer ideia que temos não nasce conosco,
mas se inicia na experiência.A experiência, para Locke, não são as experiências de vida. Experiência
para ele são as nossas sensações (sentidos). Ouvimos, enxergamos, tocamos,
saboreamos e cheiramos. Cada um dos cinco sentidos leva informações para o
nosso cérebro. Quando nascemos não sabemos o que é uma maçã, mas formamos a
ideia de maçã a partir dos sentidos. Vemos a sua cor, sentimos o seu aroma,
tocamos sua casca e mordemos a fruta. Cada uma dessas sensações simples nos faz
ter a ideia de maçã. A partir da sensação, há a reflexão. Dessa forma, nossas
ideias são um reflexo daquilo que nossos sentidos perceberam do mundo. Com essa constatação, Locke afirma que, ao nascermos, somos como uma
folha em branco. São, então, os sentidos responsáveis pelo preenchimento dessa
folha.Depois de Locke, o empirismo britânico conheceu a reformulação feita
pelo irlandês George Berkeley (1685-1753). Para ele, o que conhecemos do
mundo não é realmente o que o mundo é. O mundo não é o que percebemos dele.
Podemos perceber o mundo através dos sentidos, mas não conhecê-lo de verdade.Mais radical do que o empirismo de Berkeley está o que pensou David Hume
(1711-1776), natural de Edimburgo, Escócia. De acordo com Hume, só existe o que
percebemos. Todas as relações que fazemos entre o que conhecemos não são
conhecimentos verdadeiros. Podemos conhecer uma bola e podemos conhecer um pé,
porém se chutamos uma bola não há nada que confirme que a bola se move porque
foi o pé que a moveu. Com isto, Hume critica as ciências, pois trabalham com a
ideia de causa e efeito. Essa relação de causalidade (causa-efeito) é uma
relação entre ideias e é, portanto, não verdadeira. Tudo o que pensamos ser
verdadeiro, como a causa do movimento da bola, é imaginação.
Criticismo
Kantiano
Criticismo tem origem no alemão Kritizismus,
representa em filosofia a posição metodológica própria do kantismo. Caracteriza-se
por considerar que a análise crítica da possibilidade, da origem, do valor, das
leis e dos limites do conhecimento racional constituem-se
no ponto de partida da reflexão filosófica. Doutrina filosófica que tem como
objeto o processo pelo qual se estrutura o conhecimento. Estabelecida pelo
filósofo alemão Immanuel Kant, a partir das críticas ao empirismo e
ao racionalismo.As teorias do conhecimento que se desenvolveram na
Antiguidade e na Idade Média não colocavam em dúvida a
possibilidade de conhecer a realidade tal
qual ela é. Contudo as influências do Renascimento levaram,
a partir do século XVII, ao questionamento da possibilidade do conhecimento,
dando, nas respostas ensaiadas, origem às teorias empiristas e racionalistas. Kant supera
essa dicotomia, concluindo que o conhecimento só é possível pela conjunção das
suas fontes: a sensibilidade e o entendimento. A sensibilidade dá a matéria e o
entendimento as formas do conhecimento. O criticismo kantiano tinha como
objectivo principal a critica das faculdades cognitivas do homem, no sentido de
conhecermos os seus limites. Em consequência dessa «critica», foi levado à
negação da possibilidade de a razão humana conhecer a essência das coisas.Assim, em sentido geral, merece a denominação de criticismo a postura
que preconiza a investigação dos fundamentos do conhecimento como condição para
toda e qualquer reflexão filosófica. Segundo esta posição, a pergunta pelo
conhecer deve ter primazia sobre a pergunta acerca do ser, uma vez que, sem
aquela, não se pode garantir com segurança sobre que base a questão do ser está
a ser afirmada. Levado às suas últimas consequências, o criticismo pode ser
encarado como uma atitude que nega a verdade de
todo conhecimento que não tenha sido, previamente, submetido a uma crítica de
seus fundamentos. Neste sentido, o criticismo aproxima-se do cepticismo,
por pretender averiguar o substrato racional de todos os pressupostos da acção
e do pensamento humanos. Devemos referir que tal como o dogmatismo o
criticismo acredita na razão humana e confia nela. Mas ao contrario do dogmatismo,
o criticismo "pede contas à razão".Em sentido restrito, o criticismo é empregue para denominar uma parte da
filosofia kantiana (aquela que diz respeito à questão do conhecimento). Esta
propõe-se investigar as categorias ou formas a priori do
entendimento. A sua meta consiste em determinar o que o entendimento e a razão
podem conhecer, encontrando-se livres de toda experiência, bem como os limites
impostos a este conhecimento pela necessidade de fazer apelo à experiência
sensível para conhecermos. Este projecto pretende fundamentar um pensamento
metafísico de carácter cético. Entre o cepticismo e o dogmatismo, o criticismo
kantiano instaura-se como a única possibilidade de repensar as questões
próprias à metafísica.Fontes: http://breviariodasideias.blogspot.com.br/2008/11/o-racionalismo-de-ren-descartes-idias.html. Acesso em 03/05/2012, às 14:45h
http://www.algosobre.com.br/sociofilosofia/racionalismo.html.
Acesso em 03/05/2012, às 15:00h.
http://www.mundoeducacao.com.br/filosofia/empirismo.htm.
Acesso em 03/05/2012, às 15:16h.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Criticismo.
Acesso em 03/05/2012, às 15:25h.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Pensamento Educacional de Platão e Aristóteles e sua influência na Educação Atual
A proposta educacional e
política de Platão apresenta de forma muito evidente que há uma estreita e
necessária relação entre Política, Conhecimento e Educação. Quando sugere o
sentido da Educação como Paidéia (Educação integral – corpo e alma), como um
meio de construção de uma república ideal, sedimentada no Bem, no Justo e no
Belo, ele dá um caráter muito parecido com o que entendemos por educação hoje.
Não são apenas informações ou dados; os conteúdos propostos no senso platônico
de Educação são pressupostos para a formação daquele cidadão que vai dar
sentido e garantia para a cidade. Nela, a justiça deve ser o princípio
fundante. Embora legitimando a escravidão e algumas injustiças de seu tempo,
como a desvalorização das mulheres, dos escravos e das crianças, Platão aponta
uma perspectiva que ainda alimenta a mística da educação como promoção e
qualificação do ser. Ou seja, uma coletividade justa e voltada para o bem nasce
de um processo em que os indivíduos são educados para a construção da justiça,
embora ela nem sempre seja fácil de ser conceituada, fundamentada ou mesmo
justificada pela argumentação. Platão vê, na Justiça, o fundamento pelo qual o
Bem pode se configurar. Para ele o processo educativo não tem sentido se não
tiver um aspecto consciente ou inconsciente de projeção de sujeitos que, embora
envolvidos e fixados numa realidade racional, conceitualmente almejem uma
realidade melhor no sentido ontológico e social. Podemos até não concordar com
o propósito platônico, mas educar sempre vai significar uma transição, uma
transcendência, uma auto-superação ou, pelo menos, a busca disso.
Em Aristóteles, temos uma
compreensão dialética da educação e, ao mesmo tempo, uma espécie de sistemática
de tudo o que foi dito e entendido sobre o assunto na Grécia Antiga e Clássica.
Para ele, não há problema com a política (Platão) ou com o discurso (Sócrates),
desde que esses sejam acompanhados pela ética.
Na Ética fica bem evidente
que o entendimento de Aristóteles aponta para a necessidade de um investimento
em sentimentos e atitudes que sejam alternativos ao caráter tirânico. Somente
uma sociedade livre e democrática é capaz de estimular a amizade e as relações
que tendem para a valorização da pessoa e o respeito por ela. Para o discípulo
de Platão, o conhecimento nasce da experiência dos sentidos. Ele funda, com
isso, o Realismo em contraposição ao Inatismo ou ao Idealismo de Platão. Nele,
a gestão do conhecimento é necessária porque incide na questão do poder
político. Há uma grande confiança no papel dos sentidos captarem, através da
Intuição, a essência das coisas. Essa compreensão realista do conhecimento
parece que resolve o problema da educação, mas possivelmente aqui é que começam
os empecilhos do ensinar e do aprender. A busca da arte de interpretar nos remete
ao sentido do educar, como um exame mais suspensivo sobre a realidade, para
podermos captar a essência.
Nos dois grandes filósofos
clássicos, a compreensão do papel filosófico da educação reside nessa tentativa
de nos remetermos para fora de nós mesmos, sem deixar de ser o que somos, mas
justamente fazendo desse movimento uma construção perene dos conceitos que
orientam e direcionam o nosso agir. Isso vai balizando um novo jeito de ser do
humano no mundo e vai recriando um ambiente em que o coletivo se efetiva pela
qualificação das pessoas. Esse salto só pode ser alcançado pela educação. Nesse
caso, o ensino não é meramente uma transmissão de conceitos ou conteúdos, mas
um treinamento ontológico, uma forma de lapidar os seres para que possam
conviver de forma mais harmônica na sociedade.
A visão de Platão sobre a
educação era baseada na República ideal, na qual o ser humano era mais bem
educado ao ser subordinado a uma sociedade justa. Para ele a criança
deveria ser retirada dos cuidados de sua mãe e ser entregue aos cuidados do
Estado, cada criança deveria receber educação de acordo com a casta que faria
parte.
A
educação deveria ser holística, incluindo fatos, habilidades, disciplinas
físicas, música e arte. Para Platão o talento não era repartido geneticamente e
dessa forma deveria ser encontrado em crianças de qualquer classe social. Essa
forma de pensar fazia com que as crianças consideradas
mais aptas fossem treinadas pelo Estado para que fossem qualificados para
assumir o papel de uma classe dominante.
Platão
dividia a educação da seguinte forma: a educação
elementar que deveria
ser confinada para a classe guardiã até a idade de 18 anos, em seguida teria
dois anos de teinamento militar e
posteriormenteensino superior para
os que estivessem qualificados. O ensino elementar moldava a
alma para responder ao ambiente enquanto o ensino superior ajudava a
alma a procurar a verdade que ilumina.
Aristóteles
pensava que o ser humano poderia se assemelhar aos deuses na busca pelo
conhecimento, ou melhor deveria ser parecido com os deuses pelo menos no
aspecto do saber. O homem deveria investir mais no seu crescimento e aperfeiçoamento
do que ficar invejando os deuses ou investindo em alguma coisa referente a
eles.
Aristóteles
sentia a necessidade de investir em sentimentos e atitudes que
fossem contrários ao carater tirânico. Ele percebia que
para gerir uma instituição, a família ou a si mesmo a pessoas deveriam ter
solidez de caráter, isso se conseguia pelo bom uso da razão e pela
vivência da virtude do equilíbrio.
Os
vários filósofos e pensadores que viveram há séculos contribuíram de forma
marcante na educação atual, pois o estudo da história da educação é
indispensável ao conhecimento da educação contemporânea. O percurso histórico
possibilita encontrar o caminho de uma educação realmente voltada para o
desenvolvimento pleno do homem e sua realização como cidadão. A educação atual
é ao mesmo tempo, reflexo do passado e preparação para o futuro, desta forma, o conhecimento do
passado é chave para entender o futuro.
Fontes: Filosofia da Educação (JARDIM, BORGES & FREITAS at al, 2011)
CONCEITO DE ONTOLOGIA
O legado grego ressalta a
importância da insistência que o ser humano possui de construir-se como senhor
de si, e não apenas dobrar-se aos mecanismos de poder presentes no seu
contexto. Essa perspectiva de construção está vinculada ao dinamismo da razão
humana como uma projeção para fora de si, no sentido de transcendência.
Isso significa que um modo
específico de compreender a nós mesmos no mundo se dá pela compreensão do nosso
ser, da nossa essência, daquilo que somos verdadeiramente.
O conhecimento que trata do
nosso ser se chama – se Ontologia. O termo ontologia é originário da filosofia
grega. Ontologia é um ramo da filosofia que lida com a nossa constituição mais
íntima, isto é, com o nosso ser. Esse termo foi introduzido por Aristóteles
para desenvolver um conhecimento, uma ciência do Ser, da Essência humana. Por
isso, o termo significa: Ontós = Ser, e Logos = Conhecimento: Conhecimento
sobre o Ser.
Assim, Ontologia
é a parte da filosofia que
trata da natureza do ser,
da realidade, da existência dos entes e das questões metafísicas em geral. A
ontologia trata do ser enquanto ser, isto é, do ser concebido como
tendo uma natureza comum que é inerente a todos e a cada um dos seres.
Imagina-se que o conceito de ontologia
tenha se originado na Grécia Antiga,
tendo ocupado as mentes de Platão e Aristóteles em
seu estudo. Ainda que sua etimologia seja grega, o mais antigo registro da
palavra ontologia em si, é a sua forma em Latim ontologia,
que surgiu em 1606, no trabalho Ogdoas Scholastica, de Jacob Loard
(Lorhardus), e em 1613 no Lexicon philosophicum, de Rudolf
Göckel.
Estudantes de Aristóteles utilizaram
pela primeira vez a palavra metafísica (literalmente depois
do físico) para se referir em seus trabalhos docentes como a
ciência do ser na qualidade do ser. Segundo esta teoria, então, ontologia é
a ciência do ser na medida em que está a ser, ou o estudo dos seres, na medida
em que eles existem. Para a ontologia, qualquer coisa que existe é vista apenas
como algo que é, nada a mais do que isso. Mais precisamente, ontologia diz
respeito a determinar quais as categorias do ser são fundamentais, e perguntar,
e em que sentido, os itens para essas categorias serem ditas que
"são".
Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ontologia.
Acesso em 26/04/2012 às 15:16h.
JARDIM;
BORGES; FREITAS. Filosofia da Educação.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Mito
Mito é uma narrativa sobre a origem de
alguma coisa, como a origem dos astros, da terra, dos homens, das plantas, dos
animais, do fogo, da água, dos ventos, do bem e do mal, da saúde e da doença,
da morte, dos instrumentos de trabalho, das raças, das guerras do poder, etc.
Para os gregos, mito é um discurso pronunciado ou proferido para ouvintes que
recebem como verdadeira a narrativa, porque confiam naquele que narra; é uma
narrativa feita em público, baseada, portanto, na autoridade e confiabilidade
da pessoa que estar narrando. E essa autoridade vem do fato de que ele ou
testemunhou diretamente o que está narrando ou recebeu de quem testemunhou os
acontecimentos. De fato, a mitologia grega ganhou destaque sobre a mitologia de
vários outros povos pela própria influência que a civilização e o pensamento
grego exerceram sobre o mundo, em particular sobre o Ocidente. Para se ter uma
ideia dessa influência, basta lembrar que a filosofia e a matemática, por
exemplo, são "invenções" gregas. Da mesma maneira, as maiorias das
palavras que dão nome às ciências têm origem grega: física, geografia,
biologia, zoologia, história, etc. Também vêm do grego as palavras que designam
os relacionamentos dos seres humanos entre si e em sociedade. É o caso de
palavras essenciais, como ética, política e democracia. Também a mitologia teve
grande influencia no ocidente sobre a religião, sobre tudo na Idade Média, como
forma de aprisionar a população a servidão e ao medo dos monstros que estavam
fora dos castelos e por isso que os senhores feudais davam proteção e cobrava
alto preço por isso, muitas vezes até a vida.
O
MITO DO DEUS EROS, CONHECIDO COM O NOME DE CUPIDO.
Houve uma grande festa entre os deuses.
Todos foram convidados, menos a deusa Penúria, sempre miserável e faminta.
Quando a festa acabou, Penúria veio comeu os restos e dormiu com o deus Poros
(o astuto engenhoso). Dessa relação sexual, nasceu Eros (ou cupido), que como
sua mãe está sempre faminto, sedento e miserável, mas, como seu pai tem mil
astúcias para se satisfizer e se fazer amando. Por isso, quando Eros fere
alguém com sua flecha, esse alguém se apaixona e logo se sente faminto e
sedento de amor (sexo), inventa astúcias para ser amado e satisfeito, ficando
ora maltrapilho e semimorto, ora rico e cheio de vida.
(Texto
extraído do livro convite à filosofia de Marilena Chaui p. 23).
domingo, 22 de abril de 2012
Diferença
entre Filosofia e Filosofia de Vida
A palavra Filosofia (do grego Φιλοσοφία, literalmente «amor à sabedoria») é o estudo de problemas fundamentais relacionados à existência, ao conhecimento, à verdade, aos valores morais e estéticos, à mente e à linguagem. Ao abordar esses problemas, a filosofia se distingue da mitologia e da religião por sua ênfase em argumentos racionais; por outro lado, diferencia-se das pesquisas científicas por geralmente não recorrer a procedimentos empíricos em suas investigações. Entre seus métodos, estão a argumentação lógica, a análise conceptual, as experiências de pensamento e outros métodos a priori. O ponto de partida da Filosofia é a pergunta. Questionar é a base da atitude de filosofar.
A filosofia ocidental surgiu na Grécia antiga no século VI a.C. A partir de então, uma sucessão de pensadores originais empenhou-se em responder, racionalmente, questões acerca da realidade última das coisas, das origens e características do verdadeiro conhecimento, da objetividade dos valores morais, da existência e natureza de Deus (ou dos deuses). Muitas das questões levantadas por esses antigos pensadores são ainda temas importantes da filosofia contemporânea.
Já a “filosofia de vida” pode ser entendida como as opiniões expressas por alguém sem nenhum tipo de reflexão ou racionalidade. Nessa concepção, as ideias sobre fatos e fenômenos se baseiam puramente na experiência de vida acumulada ou transmitida por outrem. Esse modo particular de ver o mundo irá definir como cada um se comporta ou procede diante de fatos vivenciados.
Assim, a filosofia é a busca do saber, do conhecimento que se pauta pelo uso da razão, utilizando-se de questionamentos. É não banalizar o que para muitos é banal. É ter atitude de duvidar e de buscar a averiguação das "verdades" que nos são passadas. A Filosofia de Vida já se baseia nas opiniões e saberes que as pessoas adquirem no dia-a-dia, mas sem nenhum cunho científico ou reflexivo. A partir daí as reações a fatos ou acontecimentos ocorrem mediante o que se tem de visão de mundo.
Assinar:
Postagens (Atom)


